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sexta-feira, 8 de abril de 2011

21º Fórum Gaúcho pela melhoria das Bibliotecas Públicas e Escolares

O Fórum se realizou dia 1º de abril, sexta-feira, no auditório da FABICO. Faz parte das comemorações do Dia do Livro.
As autoridades da mesa se manifestaram:
1. A coordenadora do Grupo Leia-FABICO, a professora Iara Conceição das Neves Bitencourt falou que os 3 eixos da biblioteca é leitura, informação e acessibilidade;
2. Fernanda Melchiona, Bibliotecária e vereadora;
3. João Carneiro- Presidente da Câmara Rio-Grandense do Livro falou que as conquistas cumulativas fazem parte de uma batalha permanente;
4. Diretor do IFRS- Paulo Roberto Sangoi;
5. Vice-diretora da FABICO- Regina falou sobre Biblioteca Escolar que não é só apoio ao ensino, mas é o preparo para ele. Como falou a Fernanda Melchiona, que o estímulo à leitura seja política de Estado- independentemente de partido - e não sé de governo;
6. Presidente do CRB10- Nelson;
7. Presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia- Nêmora;
8. Secretário Adjunto da Cultura- Jéferson Assunção- Citou Luís Antônio Assis Brasil, Secretário da Cultura do Rio Grande do Suk, pioneiro na Lei do Livro.
Após isto, palestraram a Prof.ª Eliane Moro e a Prof.ª Lizandra- proferiram uma pequena explanação que está no blog. A Biblioteca Escolar atua no processo de aprendizagem, enquanto que a pública atua na inclusão e ação social.
Deu-se início ao primeiro painel:
Jéferson Assunção e mediador Prof.º Carlos Jorge Appel. Jéferson falou sobre política cultural: Diretrizes para a política cultural discutidas na "Conferência para o Rio Grande crescer". Deve-se passar por uma mudança conceitual de Biblioteca Pública, havendo profissionais preparados e desmercantilização da relação das pessoas com a cultura, ou seja, a cultura não é só para quem pode pagar. O acesso à leitura deva englobar uma fruição simbólica. Falou também do Programa Mais Cultura, de linguagens e recursos, incluindo audiovisuais, novos como meios de atrair pessoas às bilbliotecas.
Deve haver planejamento dos trabalhos na biblioteca, isso é dar condições para que o mesmo aconteça, deve haver circulação de escritores nesses espaços. Falou-se sobre ação entre cultura e educação, pois cultura é transversal porque qualifica relações entre diversas áreas.
O foco deve abranger 4 aspectos:
1. As escolas devem existir para formar leitores e não somente leitores enquanto estudantes;
2. As famílias devem ser formadas por leitores;
3. O livro deve diminuir de preço;
4. O livro deve estar acessível em muitos outros lugares.
Falou-se da Biblioteca de Santiago, no Chile, modelo de modernidade. Lá há diversidade de suportes e ofertas que geram interesse por outras linguagens. Citou-se Juca Ferreira, o qual fala que o desafio é tirar a idéia de que a biblioteca é chata e, consequentemente, o livro. Pensar nas três dimensões (3D)- livro, leitura e literatura que são articuladoras do Plano Nacional do Livro.
Após isso, deu-se início ao 2º painel:
- Morgana Marcon, diretora da Biblioteca Pública Estadual do Rio Grande do Sul, falou sobre o trabalho à frente da biblioteca e as dificuldades.
- Ricardo Affonso falou sobre o Sistema de Bibliotecas Públicas do Estado, do qual é coordenador no 3º andar da Casa de Cultura Mário Quintana. Falou sobre o espaço físico das bibliotecas municipais e citou a Biblioteca Pública de São Leopoldo, da qual foi diretor técnico durante 7 anos e é a que tem maior espaço físico (1000 m2) dentre os municípios que têm biblioteca pública (cerca de 2000 municípios não têm).
- Maria do Carmo Mizetti, coordenadora do Sistema Estadual de Bibliotecas Escolares do Estado, falou pouco, devido ao adiantado da hora, mas o principal, como a Nêmora já tinha citado o Técnico em Biblioteconomia que vai ser incluído na lei que garante que em cada biblioteca escolar vai ter um profissional da área de biblioteca trabalhando, estão abertas mais vagas para concursos para o técnico do que para o bibliotecário.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Mecanismos para gerenciar conflitos

Na aula de Introdução o Desenvolvimento de páginas Web, discutimos o mundo do trabalho. Neste sentido, o trabalho em grupo, nem sempre bem recebido pelos estudantes, por, muitas vezes, não conseguir atingir o objetivo de trabalhar em equipe para produzir em conjunto, é realizado em partes. Cada membro do grupo se encarrega de um pedaço do trabalho, sem interação total com os demais membros do grupo.
No trabalho em grupo, nem todos conseguem atingir o mesmo nível de aprendizado, já que o processo para atingir o mesmo não é o foco (o que deveria ser), pois uma pessoa, geralmente, faz mais do que as outras que fazem parte do mesmo grupo. Porém, no trabalho em equipe, todos os membros do grupo se esforçam para seguirem juntos o mesmo processo de aprendizagem, alcançando, assim, um processo mais satisfatório. Isoo se reflete na vida profissional, ajudando a definir o perfil dos futuros profissionais.
Pensando em espaços de discussão (que podem auxiliar o trabalho em grupo a se tornar um trabalho em equipe onde nem todas as pessoas têm a facilidade de se encontrar fisicamente para a realização do trabalho), temos o blog, mas existem outros canais, como as listas de discussão (criadas no yahoo ou no google) e as redes sociais. Exemplos são as comunidades criadas no Orkut, Facebook, Myspace, etc... Como sugestão, para edição de trabalhos em grupo, podemos usar o google docs. Estes são recursos que, sem a rede mundial de computadores, seria impossível de realizar.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Marmorização

Para folhas de guarda, sulfite A3 180 gramatura.Usar tinta para tingir couro ou tinta acrilex.Utilizar uma cuba média para realizar esse trabalho. Devemos colocar água da torneira nessa cuba diluída em CMC pronta(fica mais grossinha, mais densa).Fazer essa mistura a olho.Usar uma colher de sopa para mexer,e quando levantar a colher com a água ela fica levemente grossinha.Usaremos agora a tinta acrilex diluída em um pouquinho de água.
Escolher uma cor ou várias cores.Pingar delicadamente(o pingo tem que abrir).Podemos usar ,por exemplo, pingos de amarelo,deixando abrir essa cor e logo em seguida colocar a cor preta.Somos nós que escolhemos as cores e a forma de fazer o desenho.
Após pingar, usar um pente bem largo ou pegar uma madeira comprida e pregar 15 pregos,colocando suavemente esse pente puxando com ele de cima para baixo e da esquerda para a direita ou vice versa, ou pegar um palitinho fazendo um coração em cada um dos pingos,puxando de cima para baixo.
Trabalharemos agora com o papel sulfite, mergulhando nessa mistura, tocando na água a parte do meio do papel e suavemente soltando as extremidades.NÃO MERGULHAR O PAPEL na água e sim colocá-lo em cima dessa água.Logo após pegar as pontas de um lado do papel e levantar, fazendo esse movimento também com cuidado.Deixar escorrer um pouco e prender no varal até que fique seco.
Obs:Usaremos uma colher de sopa rasa para o CMC.
Para usarmos novamente essa água, deveremos limpá-la com um papel de propaganda ou jornal, utilizando um pequeno pedaço trazendo o restante da cor que ficou, para a borda da cuba e levantá-la colocando o papel fora. Poderemos fazer isto umas três vezes. Fica muito bonito o efeito.

sábado, 15 de maio de 2010

Disciplina de preservação e conservação

Aprendemos 7 tipos de costura:
1. Costura arráfica:


2. Costura ramin;
3. Costura esteira;
4. Costura chuleada;
5. Costura com cadarço;
6. Costura de 3 pontos;
7. Costura Tyvik.

Para se aprofundar mais, sugiro o arquivo em pdf disponível no site:
http://www.ufrgs.br/geociencias/bibgeo/index_arquivos/curso_rec_livros.pdf

Para confecção da capa dura, foi cortado o papelão com estilete (de preferência afiado) em cima de placa de vidro para não riscar a bancada. Mede-se 2cm de distância entre a borda da capa percalux e o papelão já cortado na largura das folhas e 7 milímetros de espaçamento de cada lado da lombada para a capa.
Passar cola na lombada de dentro para fora e colocar tecido "morin" distante 3 cm da borda (da lombada) de cada lado e desfiar com agulha (separando os fios, como se fossem cabelos penteados).
Colar a guarda no livro: Usar papel propaganda apenas para não lambuzar a parte que não deve ter contato com a cola e depois jogar este papel- atrás da folha seguinte do livro vai o papel siliconado para não passar umidade. Colocar a parte brilhosa do papel siliconado em contato com o livro na hora de levar à prensa para não grudar no mesmo e estragar o trabalho.
Fazer uma pequena folha de guarda (folha falsa e provisória) com papel pardo observado o corte com as mãos (rasgar no formato de meia lua) para deixar expostas as filhas do papel para que grudem melhor. Testar a colagem com misturinha (metade de cola comum e metade de CMC diluída) para depois colar definitivamente a guarda permanente.
MATERIAL PARA REPARO DE LIVROS:
1. Trincha;
2. Bisturi e/ou removedor de calosidade;
3. Papel japonês (opcional)- pode ser floor post ou papel seda (usado para enrolar calçado nas caixas);
4. Lápis 6B (para numerar as folhas sem numeração no livro a ser restaurado no momento da elaboração do mapa de cadernos);
5. Agulha e linha;
6. Espátula/dobradeira de osso ou de teflon;
7. Borracha plástica (moer e fazer espécie de sachet para usar na remoção de riscos nas páginas);
8. Régua de metal;
9. Estilete.
O 1º passo é tirar a capa, depois, se tiver durex, remover com aguarrás passando com pincel na borda do durex depois no verso da folha em todo o espaço onde está grudado e retirar com cuidado com o removedor de calosidade.
A cola pura é a transparente e gosmenta, o que significa que na composição só tem a cola carboxi metil celulose (CMC). Usar para retirar a lombada de livros a serem restaurados, passando uma grossa camada em cima do tecido voile (voal) já cobrindo a lombada, estando o livro fixo entre dois apoios (tijolos). Aguardar de 20 a 30 minutos para que o CMC possa reagir com a cola seca. Após isto, tentar remover a lombada (já maleável) com o removedor de calosidade.